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De que morri mais

Já morri de fome Já morri de sede Já morri de rir Já morri de chorar Já morri de vergonha Já morri de vontade Já morri de dores… Mas nunca morri tanto O quanto morri de amores   Obs: Obra registrada na Biblioteca Nacional

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Liduína

Liduína Frederico Amitrano Teu nome, Liduina É um forte nome de mulher Um raro nome de menina Não nega a origem nordestina Daqueles que vieram te colher Doce flor de cajuina O teu nome me encanta Cada letra me fascina Que lindo nome de santa Fosse essa a tua sina Mas que doce nome de […]

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Angústia

Frederico Amitrano Ah, a angústia… Eu bem sei o que é Fogo que não se apaga Febre que não me deixa Dor que se propaga Buraco que nunca fecha   Obra registrada na Biblioteca Nacional  

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Duro

Frederico Amitrano Sem alívio, sem agrado Duro Muito rígido, excitado Duro Sem dinheiro, sem trocado Duro Insensível, calejado Duro Muito ríspido, indelicado Duro Impossível, impenetrável Duro   Obra registrada na Biblioteca Nacional  

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Meu Filho Poema

Frederico Amitrano O poema é como um filho Você não cria pra você É preciso soltá-lo no mundo Tem nome, identidade, registro E de repente você vê Que ele existe sem você Corta os laços oriundos “- Vai meu filho, voa alto! Mergulha fundo! Corre os trilhos! Come asfalto!Ganha o mundo!”   Obra registrada na […]

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