Sabença

Foi numa dessas rodas de sabença

Que aprendi que não há crença

Que ponha ou tire o amor…

Sei que tem gente que assim pensa

E não há quem a convença

Mas não creio, não,  senhor

Porque até eu que sou lerdo de nascença

Mas vivi tanta sofrença

Aprendi com a minha dor

Que quando alguém sofre de doença

Pode tomar remédio ou bênção

Ou chá de boldo, sim, senhor

Mas quando o causo é benquerença

Ninguém muda a sentença

Nem benzedeira e nem doutor

 

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