De que morri mais

Já morri de fome

Já morri de sede

Já morri de rir

Já morri de chorar

Já morri de vergonha

Já morri de vontade

Já morri de dores…

Mas nunca morri tanto

O quanto morri de amores

 

Obs: Obra registrada na Biblioteca Nacional

2 Comentários
16/01/14 14:38

Sueli Klein

Olá Frederico Amitrano. A sua poesia é linda! Eu também já morri muito, de amores. Mas foi morrendo que eu vivi. Fique com Deus. Sueli Klein.

16/01/14 14:44

Frederico Amitrano

Obrigado, Sueli. De fato, como o próprio Cristo disse: É morrendo que vivemos… Fique com Deus também.

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